Acompanhe a cobertura do ISOJ 2012 neste blog

Este blogue irá cobrir a 13ª edição do Simpósio Internacional de Jornalismo Online, que irá acontecer nesta sexta e sábado, 20 e 21 de Abril, na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos. A autora deste blogue também publicará informações no seu Twitter (@silvaclaudia01). Uma vez que o simpósio é mais conhecido por ISOJ, sua sigla em inglês, procure, no Twitter, pela hashtag “#ISOJ”.

Sendo reconhecido internacionalmente, por reunir executivos de mídias, jornalistas e pesquisadores de jornalismo, de várias partes do mundo, o ISOJ 2012 inclui, na sua programação, jornalistas de grandes jornais como The New York Times, The Dallas Morning News, The Washington Post, El País e LaNación, e painéis sobre smartphones, mídias sociais, jornalismo empresarial e jornalismo de dados. Importantes pesquisadores de jornalismo, como Dan Gillmor, autor de “Nós, Os Media” e Mark Briggs, autor de “Entrepreneurial Journalism” (sem tradução em português), também estarão presentes no simpósio.

As conferências principais serão dadas por Richard Gingras, diretor de notícias da Google, que irá falar sobre o “futuro das notícias”; Jim Moroney, presidente e CEO do jornal Dallas Morning, compartilhará os desafios de um jornal tradicional para sobreviver na era digital;Bob Metcalfe, co-inventor da Ethernet e professor de inovação na Faculdade de Engenharia da Universidade do Texas em Austin, irá mostrar como o “ efeito da rede” beneficia startups em jornalismo. E por fim, Raju Narisetti, editor administrativo do The Wall Street Journal Digital Network, irá defender a ideia de que o desafio das redações é a intersecção entre tecnologia e conteúdo.

No primeiro dia do simpósio, para além da abertura feita por Gingras, haverá um painel sobre a transição de conteúdos dos computadores de mesa para os dispositivos móveis e de que forma os jornalistas estão a lidar com esta mudança. O tema será discutido por Joshua Benton, diretor do Nieman Journalism Lab, Harvard University; Pedro Dória, editor de plataformas digitais do jornal O Globo; Harry Dugmore, professor da Rhodes University; Blake Eskin, editor Web da New Yorker Magazine; Louis Gump, vice-presidente da CNN Mobile; JV Rufino, presidente do Inquirer Mobile e Willian “Whurley” Hurley, fundador da Chaotic Moon Studios.

O outro tema a ser discutido neste dia será inovação e empreendedorismo em empresas jornalísticas.

No sábado, a conferência será aberta pela palestra de Bob Metcalfe, seguida de painéis sobre jornalismo de dados e, na parte da tarde, depois da palestra de Raju Nariseti, haverá um painel sobre o impacto das mídias sociais no jornalismo, no qual Dan Gillmor será o  mediador da discussão.

O ISOJ é organizado desde 1999 pelo professor brasileiro Rosental C.Alves, Knight Chair em Jornalismo & UNESCO Chair em Comunicação, e diretor do Centro de Jornalismo nas Américas, na Universidade do Texas em Austin. Segundo Alves, este ano o ISOJ superou as edições anteriores, em números, tendo recebido 300 inscrições, de 21 países, de cinco continentes. Ainda de acordo com o organizador, “este simpósio tem se tornado uma das conferências mais competitivas no campo de jornalismo online”. O simpósio compila, desde 2011, todas as suas comunicações em e-books e também em livros, feitos somente por encomenda.

Apesar de o simpósio ser encerrado no sábado, no domingo, acontece o 5º Colóquio Iberoamericano de Periodismo Digital, um evento complementar ao ISOJ, restrito a convidados oriundos da América Latina, Portugal e Espanha. Num email dirigido aos convidados, Rosental Alves explica que teve a ideia de criar esta conferencia complementar, falada em espanhol (e portuñol, brinca Alves) depois de perceber a grande afluência de jornalistas destes países, no simpósio. O propósito é promover um momento de diálogo e confraternização entre jornalistas ibero-americanos.

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Content-curation trend and Arab Spring fuel launch of Snip.it

In the past, when a reader wanted to save some piece of news from their favourite magazine the first move used to be taking the scissors and cutting off the page and keeping it in a file. This metaphor illustrates the reasoning that Ramy Adeeb had in mind when he launched Snip in the Spring of 2011. Snip is a social networking, in which the user can collect “the best of the web” and, besides this, the user can give his/her opinion about the content they like most. In a special interview to this blog, Adeeb, the founder and CEO of Snip explained that the idea came up during the Arab Spring. As an Egyptian, he was increasingly asked by many friends of yours to share his thoughts and articles on what was happening in Egypt. As he was “unable to find a permanent and centralized place to collect, share and opine on all content” he was reading at that point, he teamed with former Twitter developer Mark Percival to create this platform of knowledge sharing through bookmarking. In this sense, the roots of Snip.it led us to what Mashable, on an article about this company, remind us: “you can use your collections for personal reference or as curation tools to publicy demonstrate your expertise and subject-matter knowledge”. Snip.it organizes users’ content collection in 15 languages, ranging from Portuguese to Japanese. Moreover, this social networking divides the content in sections such as: Arts & Culture, Science, History, Food&Drink, Tech&Entrepreneurship and so on. At the first sight, one can think that the service does the same as Pinterest. However, according to Ramy, Snip is more about aggregating “serious content” and “about forging meaning conversations around that content”. Snip brings together content and opinion, termed by this start-up as “snips”. The “snips” can be saved privately, or shared with friends and unknown people.

Business side

The Spin’s business model is based on advertisement and on promoted-snips like interactions. According to Mashable, Snip.it has raised an undisclosed sum in funding from Koshla Ventures, True Ventures, Charles River Ventures and SV Angel. When asked what the company’s team has learnt so far, advises entrepreneurs to be sure that everyone in the founding team has a role to play and to iterate fast. As he puts it: “hire great people. Most problems facing startups come from being too lazy or too rushed in hiring”. Adeeb also advocates entrepreneurs to look for a balance in decision-making. He says that “as start-up, you are always trying to decide between ‘doing right’ and ‘doing it right now’. In this sense, he advocates to not lean one way or another. “Always try to do things as fast as possible but also make sure you do them properly, otherwise you end up losing time and energy and not learn anything”, he advises.

Content Curation

What Snip.it has been doing can be understood as content curation. Some people have been associated ‘content curation’ as the cause of Pinterest’s popularit. Content curation is the process of cherry-picking the best content from the web that is important and relevant to share with their community. It is much related to the work of an arts curator, in the sense that unlike automated services (such as Google News), it is a human being doing the sifting, sorting, arranging in specific topics, and publishing what information online is appropriate and relevant to her audience.